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	<title>Comunidade Católica Sacramento de Amor</title>
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		<title>Quaresma: tempo forte de meditação, oração, jejum e esmola</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 17:57:28 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste tempo especial de graças que é a Quaresma devemos aproveitar ao máximo para fazermos uma renovação espiritual em nossa vida. O Apóstolo São Paulo insistia: &#8220;Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus!&#8221; (2 Cor 5, 20); &#8220;exortamo-vos a que não recebais a graça de Deus em vão. Pois ele diz: Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação (Is 49,8). Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação.&#8221; (2 Cor 6, 1-2).</p>
<p>Cristo jejuou e rezou durante quarenta dias (um longo tempo) antes de enfrentar as tentações do demônio no deserto e nos ensinou a vencê-lo pela oração e pelo jejum. Da mesma forma a Igreja quer ensinar-nos como vencer as tentações de hoje. Daí surgiu a Quaresma.</p>
<p>Na Quarta-Feira de Cinzas, quando ela começa, os sacerdotes colocam um pouquinho de cinzas sobre a cabeça dos fiéis na Missa. O sentido deste gesto é de lembrar que um dia a vida termina neste mundo, &#8220;voltamos ao pó&#8221; que as cinzas lembram. Por causa do pecado, Deus disse a Adão: &#8220;És pó, e ao pó tu hás de tornar&#8221;. (Gênesis 2, 19)</p>
<p>Este sacramental da Igreja lembra-nos que estamos de passagem por este mundo, e que a vida de verdade, sem fim, começa depois da morte; e que, portanto, devemos viver em função disso. As cinzas humildemente nos lembram que após a morte prestaremos contas de todos os nossos atos, e de todas as graças que recebemos de Deus nesta vida, a começar da própria vida, do tempo, da saúde, dos bens, etc.</p>
<p><strong>Esses quarenta dias, devem ser um tempo forte de meditação, oração, jejum, esmola</strong> (&#8216;remédios contra o pecado&#8217;). É tempo para se meditar profundamente a Bíblia, especialmente os Evangelhos, a vida dos Santos, viver um pouco de mortificação (cortar um doce, deixar a bebida, cigarro, passeios, churrascos, a TV, alguma diversão, etc.) com a intenção de fortalecer o espírito para que possa vencer as fraquezas da carne.</p>
<p>Na Oração da Missa de Cinzas a Igreja reza: &#8220;Concedei-nos ó Deus todo poderoso, iniciar com este dia de jejum o tempo da Quaresma para que a penitência nos fortaleça contra o espírito do Mal&#8221;.</p>
<p>Sabemos como devemos viver, mas não temos força espiritual para isso.<strong>A mortificação fortalece o espírito.</strong> Não é a valorização do sacrifício por ele mesmo, e de maneira masoquista, mas pelo fruto de conversão e fortalecimento espiritual que ele traz; é um meio, não um fim.</p>
<p><strong>Quaresma é um tempo de &#8220;rever a vida&#8221; e abandonar o pecado </strong>(orgulho, vaidade, arrogância, prepotência, ganância, pornografia, sexismo, gula, ira, inveja, preguiça, mentira, etc.). Enfim, viver o que Jesus recomendou: &#8220;Vigiai e orai, porque o espírito é forte mas a carne é fraca&#8221;.</p>
<p>Embora este seja um tempo de oração e penitência mais profundas, não deve ser um tempo de tristeza, ao contrário, pois a alma fica mais leve e feliz. <strong>O prazer é satisfação do corpo, mas a alegria é a satisfação da alma.</strong></p>
<p>Santo Agostinho dizia que &#8220;o pecador não suporta nem a si mesmo&#8221;, e que &#8220;os teus pecados são a tua tristeza; deixa que a santidade seja a tua alegria&#8221;. A verdadeira alegria brota no bojo da virtude, da graça; então, a<strong>Quaresma nos traz um tempo de paz, alegria e felicidade, porque chegamos mais perto de Deus.</strong></p>
<p>Para isso podemos fazer uma confissão bem feita; o meio mais eficaz para se livrar do pecado. Jesus instituiu a confissão em sua primeira aparição aos discípulos, no mesmo domingo da Ressurreição (Jo 20,22) dizendo-lhes: &#8220;a quem vocês perdoarem os pecados, os pecados estarão perdoados&#8221;. Não há graça maior do que ser perdoado por Deus, estar livre das misérias da alma e estar em paz com a consciência.</p>
<p>Jesus quis que nos confessemos com o sacerdote da Igreja, seu ministro, porque ele também é fraco e humano, e pode nos compreender, orientar e perdoar pela autoridade de Deus. Especialmente aqueles que há muito não se confessam, têm na Quaresma uma graça especial de Deus para se aproximar do confessor e entregar a Cristo nele representado, as suas misérias.</p>
<p><strong>Uma prática muito salutar que a Igreja nos recomenda durante a Quaresma, uma vez por semana, é fazer o exercício da Via Sacra</strong>, na igreja, recordando e meditando a Paixão de Cristo e todo o seu sofrimento para nos salvar. Isto aumenta em nós o amor a Jesus e aos outros.</p>
<p>Não podemos esquecer também que a Santa Missa é a prática de piedade mais importante da fé católica, e que dela devemos participar, se possível, todos os dias da Quaresma. Na Missa estamos diante do Calvário, o mesmo e único Calvário. Sim, não é a repetição do Calvário, nem apenas a sua &#8220;lembrança&#8221;, mas a sua &#8220;presentificação&#8221;; é a atualização do Sacrifício único de Jesus. A Igreja nos lembra que todas as vezes que participamos bem da Missa, &#8220;torna-se presente a nossa redenção&#8221;.</p>
<p>Assim podemos viver bem a Quaresma e participar bem da Páscoa do Senhor, enriquecendo a nossa alma com as suas graças extraordinárias; podendo ser melhor e viver melhor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Canção Nova</p>
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		<title>Papa envia mensagem para a CF 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 17:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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“Que a saúde se difunda sobre a terra&#8221; (cf. Eclo 38,8): este é o lema da Campanha da Fraternidade 2012,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Nicole Melhado Da Redação</p>
<p>“Que a saúde se difunda sobre a terra&#8221; (cf. Eclo 38,8): este é o lema da Campanha da Fraternidade 2012, que será lançada oficialmente pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) nesta quarta-feira, 22.  Em mensagem enviada nesta Quarta-feira de Cinzas ao presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno Assis, o Papa Bento XVI salientou que “para os cristãos, de modo particular, o lema bíblico é uma lembrança de que a saúde vai muito além de um simples bem estar corporal”.</p>
<p>Acesse<br />
.: NA ÍNTEGRA: Mensagem do Papa para a Campanha da Fraternidade 2012 no link abaixo:</p>
<p><a title="http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=285331" href="http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=285331">http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=285331</a></p>
<p>O Pontífice disse esperar que esta Campanha possa inspirar no coração dos fiéis e das pessoas de boa vontade uma solidariedade cada vez mais profunda para com os enfermos, que tantas vezes sofrem &#8220;mais pela solidão e abandono do que pela doença”.</p>
<p>“Ajudando-lhes ao mesmo tempo a descobrir que se, por um lado, a doença é prova dolorosa, por outro, pode ser, na união com Cristo crucificado e ressuscitado, uma participação no mistério do sofrimento Dele para a salvação do mundo”, explicou o Papa.</p>
<p>Bento XVI enfatizou que oferecendo o sofrimento a Deus por meio de Cristo, é possível colaborar na vitória do bem sobre o mal, porque Deus torna fecunda a oferta, o ato de amor de cada um.</p>
<p>&#8220;Associando-me, pois, a esta iniciativa da CNBB e fazendo minhas as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias de cada um, saúdo fraternalmente quantos tomam parte, física ou espiritualmente, na Campanha ‘Fraternidade e Saúde Pública’”,  afirmou.</p>
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		<title>Redescobrir a oração</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 15:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por: Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte &#8211; MG
A oração é um exercício fundamental na busca pela qualidade de vida....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Dom Walmor Oliveira de Azevedo<br />
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte &#8211; MG</p>
<p>A oração é um exercício fundamental na busca pela qualidade de vida. Nas indicações que não podem faltar, especialmente para a vida cristã, estão a prática e o cultivo disciplinado da oração. É um exercício que tem força incomparável em relação às diversas abordagens de autoajuda, como livros e DVDs, muito comuns na atualidade.</p>
<p>A crise existencial contemporânea, em particular na cultura ocidental, precisa redescobrir o caminho da oração para uma vida de qualidade. Equivocado é o entendimento que pensa a oração como prática exclusiva de devotos. A oração guarda uma dimensão essencial da vida cristã. Cultivar essa prática é um segredo fundamental para reconquistar a inteireza da própria vida e fecundar o sentido que a sustenta.</p>
<p>É muito oportuno incluir entre as diversificadas opiniões, junto aos variados assuntos discutidos cotidianamente, o que significa e o que se pode alcançar pelo caminho da oração. Perdê-la como força e não adotá-la como prática diária é abrir mão de uma alavanca com força para mover mundos. A fé cristã, por meio da teologia, tem por tradição abordar a importância da oração ao analisar a sua estrutura fundamental, seus elementos constitutivos, suas formas e os modos de sua experiência. Trata-se de uma importante ciência e de uma prática rica para fecundar a fé.</p>
<p>A oração tem propriedades para qualificar a vida pessoal, familiar, social e comunitária. Muitos podem desconhecer, mas a oração pode ser um laço irrenunciável com o compromisso ético. É prática dos devotos, mas também um estímulo à cidadania. Ao contrário de ser fuga das dificuldades, é clarividência e sabedoria, tão necessários no enfrentamento dos problemas. Na verdade, a oração faz brotar uma fonte interior de decisões, baseadas em valores com força qualitativa.</p>
<p>A oração como prática e como inquestionável demanda, no entanto, passa, por razões socioculturais, por uma crise. Aliás, uma crise numa cultura ocidental que nunca foi radicalmente orante. O secularismo e a mentalidade racionalista se confrontam com aspectos importantes da vida oracional, como a intercessão e a contemplação. Diante desse cenário, é importante sublinhar: paga-se um preço muito alto quando se configura o caminho existencial distante da dimensão transcendente. O distanciamento, o desconhecimento e a tendência de banir o divino como referencial produzem vazios que atingem frontalmente a existência.</p>
<p>É longo o caminho para acertar a compreensão e fazer com que todos percebam o horizonte rico e indispensável da oração. Faz falta a clareza de que existem situações e problemas que a política, a ciência e a técnica não podem oferecer soluções, como o sentido da vida e a experiência de uma felicidade duradoura. A oração é caminho singular. É, pois, indispensável aprender a orar e cultivar a disciplina diária da oração. Tratar-se de um caminhar em direção às raízes e ao essencial. Nesse caminho está um remédio indispensável para o mundo atual, que proporciona mais fraternidade e experiências de solidariedade.</p>
<p>A lógica dominante da sociedade contemporânea está na contramão dessa busca. Os mecanismos que regem o consumismo e a autossuficiência humana provocam mortes. Sozinho, o progresso tecnológico, tão necessário e admirável, produz ambiguidades fatais e inúmeras contradições. Orar desperta uma consciência própria de autenticidade. Impulsiona à experiência humilde do próprio limite e inspira a conversão. É recomendação cristã determinante dos rumos da vida e de sua qualidade. A Igreja Católica tem verdadeiros tesouros, na forma de tratados, de estudos, de reflexões, e de indicações para o cultivo da oração, que remetem à origem do cristianismo, quando os próprios discípulos pediram a Jesus: “Ensina-nos a orar”. É uma tarefa missionária essencial na fé, uma aprendizagem necessária, um cultivo para novas respostas na qualificação pessoal e do tecido cultural sustentador da vida em sociedade.</p>
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		<title>Igreja não existe para si mesma.</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 15:29:41 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Papa.missaBento XVI voltou a se encontrar, neste domingo, 19 de fevereiro, com os novos Cardeais criados no Consistório de ontem de manhã. Ele presidiu a eucaristia e dirigiu uma palavra aos novatos diante dos quase 100 outros membros do Colegio Cardinalício que vieram a Roma prestigiar o evento e atender o apelo do Santo Padre.</p>
<p>Na Basílica Patriarcal de São Pedro,  o cenário era composto por uma multidão de fiéis que lotou a nave central e, além dos cardeais, estavam também presentes cerca de 150 bispos e por volta de 200 padres. Na duas áreas reservadas para a imprensa, próximas do baldaquino estavam cerca de 80 jornalistas de Rádio e TV.  Forte esquema de segurança impedia o trânsito das pessoas pelas naves laterais e a execução das músicas litúrgicas pelo coro criava uma atmosfera especial.</p>
<p>Os novos Cardeais foram concelebrantes, portanto, ocuparam os mesmos lugares que estiveram no Consistório, isto é, diante do altar e sentados num semicírculo. Em nome do grupo, antes da liturgia, falou o Cardeal Fernando Filoni. O papa deixou o veículo que o conduzira desde a entrada da Basílica e se sentou diante do altar-mor que se encontro sobre o túmulo do Apóstolo Pedro. Em latim, ele presidiu a Eucaristia na solenidade da Cátedra de São Pedro. A primeira leitura, tirada do livro do profeta Ezequial foi lida em inglês. Retirada da primeira Carta de São Pedro, a segunda leitura foi feita em espanhol. O trecho do Evangelho de São Mateus foi proclamado em latim.</p>
<p>Na Homilia, o Papa lembrou que a ocasião “se reveste de um caráter especial de universalidade”. Antes de passar à meditação da Palavra proclamada, Bento XVI sublinhou que a mensagem  é dirigida “antes de mais nada” aos novos Cardeais que são reconhecidos no meio do Povo de Deus pelos méritos na “na obra generosa e sábia do ministério pastoral em dioceses relevantes, ou na direção dos dicastérios da Cúria Romana, ou ainda no serviço eclesial do estudo e do ensino”. O Papa reafirmou que a dignidade do cardinalado pretende manifestar o apreço pelo trabalho realizado por cada um de fiel servidor na vinha do Senhor e de “homenagear as comunidades e nações” que os Cardeais são representantes na Igreja. O título vem ainda, segundo o Papa, investir os Cardeais de novas e importantes responsabilidades eclesiais e é um pedido de “suplemento de disponibilidade para Cristo e para a comunidade cristã inteira”.</p>
<p>Bento XVI, enquanto meditava o trecho do evangelho, ressaltou o significado da festa litúrgica deste domingo, a cátedra de São Pedro, mostrando um elemento artístico muito conhecido e que estava diante dos olhos de todos os presentes na Basílica Vaticana: o altar da cátedra. “Quando depois de percorrer a grandiosa nave central e ultrapassar o transepto, se chega à abside, encontramo-nos perante um trono de bronze enorme, que parece suspenso em voo mas na realidade está sustentado por quatro estátuas de grandes Padres da Igreja do Oriente e do Ocidente. E na janela oval, por cima do trono, resplandece a glória do Espírito Santo, envolvida por um triunfo de anjos suspensos no ar”. Despois dessa descrição, o Papa pergunta: “Que nos diz este conjunto escultórico, nascido do gênio de Bernini?” e responde, com voz firme: “Representa uma visão da essência da Igreja e, no seio dela, do magistério petrino”.</p>
<p>Prosseguindo a reflexão, o Papa destacou: “a Igreja não existe para si mesma, não é o ponto de chegada, mas deve apontar para além de si, para o alto, acima de nós”. E, destacou: “A Igreja é o lugar onde Deus ‘chega’ a nós e donde nós ‘partimos’ para Ele”. No final da homilia, concluindo a exposição dos símbolos do altar da Cátedra na Basílica de São Pedro, Bento XVI disse: ‘lancemos um ohar ao seu conjunto. Vemos que é atravessado por um duplo movimento: de subida e de descida. A Cátedra aparece em grande destaque neste lugar, não só porque está aqui o túmulo de Pedro, mas também porque ela encaminha para o amor de Deus. Com efeito, a fé orienta-se para o amor. Uma fé egoísta seria uma fé não-verdadeira”. E na conclusão, o Papa disse: “Deus não é solidão, mas amor glorioso e feliz, irradiante e luminoso”.</p>
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		<title>Confira trecho da pregação &#8220;O amor de Deus&#8221; com Eduardo Rivelly</title>
		<link>http://sacramentodeamor.org.br/novo/confira-trecho-da-pregacao-o-amor-de-deus-com-eduardo-rivelly/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 12:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trecho da Pregação de ontem de manhã, com Eduardo Rivelly, da Comunidade Missão Maria de Nazaré.
Clique no link e confira o audio:
Amor de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trecho da Pregação de ontem de manhã, com Eduardo Rivelly, da Comunidade Missão Maria de Nazaré.</p>
<p>Clique no link e confira o audio:</p>
<p><a href="http://sacramentodeamor.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/02/Amor-de-Deus-Du-Rivelly-site.mp3">Amor de Deus &#8211; Du Rivelly site</a></p>
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		<title>Segundo dia de Carnaval aconteceu com muita adoração e animação</title>
		<link>http://sacramentodeamor.org.br/novo/segundo-dia-de-carnaval-do-senhor-em-itauna-aconteceu-com-muita-oracao-adoracao-e-animacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 01:35:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No segundo dia de Carnaval do Senhor em Itaúna, mais de cem jovens participaram de momentos de pregação, oração e adoração.
Na parte da manhã...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No segundo dia de Carnaval do Senhor em Itaúna, mais de cem jovens participaram de momentos de pregação, oração e adoração.</p>
<p>Na parte da manhã muita animação com o Ministério de Música Missão Maria de Nazaré e momento de pregação com Eduardo Rivelly (Fundador da Com. Missão Maria de Nazaré), cujo tema foi o amor de Deus por nós. O dia seguiu com momentos de adoração ao Santíssimo Sacramento.</p>
<p>A liberdade em Jesus foi o tema da pregação da tarde, que ficou por conta do fundador da Comunidade Sacramento de Amor, Eduardo Moreira, seguida de um grande momento de cura interior ministrado por Roberta Vivas.</p>
<p>Pe. Ulisses Cesar presidiu a Santa Missa, recebeu a visita da Comunidade Santa Luzia, da Paróquia Sagrado Coração.</p>
<p>Em seguida um grande show com a Missão Bethânia, que encerrou a noite com muita música, animação e oração.</p>
<p>Na segunda-feira continua o Carnaval do Senhor em Itaúna, confira a cobertura do evento aqui.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/76964873@N06/" target="_blank">Confira as fotos do dia!</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Assessoria de Comunicação</p>
<p style="text-align: right;">Sacramento de Amor</p>
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		<title>Conheça os novos cardeais</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 00:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicamos as biografias dos vinte e dois purpurados criados por Bento XVI durante o consistório ordinário público realizado na manhã de sábado, 18 de Fevereiro,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicamos as biografias dos vinte e dois purpurados criados por Bento XVI durante o consistório ordinário público realizado na manhã de sábado, 18 de Fevereiro, na Basílica de São Pedro. A ordem seguida é a mesma dada pelo Papa durante o Angelus de sexta-feira, 6 de Janeiro.</p>
<p><a href="http://www.osservatoreromano.va/portal/dt?JSPTabContainer.setSelected=JSPTabContainer%2FDetail&#038;last=false=&#038;path=/news/vaticano/2012/I-nuovi-Cardinali.html&#038;title=Os%20novos%20cardeais%20criados%20por%20Bento%20XVI&#038;locale=pt">Clique Aqui!</a></p>
<p>Fonte: osservatoreromano.va</p>
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		<title>Papa aos novos Cardeais</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 00:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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O novo Colégio Cardinalício, agora com a presença dos 22 novos membros inseridos pelo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Sirvam a Igreja com a fidelidade e a coragem dos mártires&#8221;</p>
<p>O novo Colégio Cardinalício, agora com a presença dos 22 novos membros inseridos pelo Consistório da manhã deste sábado, 18 de fevereiro, ouviu o Papa recordar a missão de seus colaboradores mais próximos. O Consistório teve a participação de várias comitivas oficiais de diversos países do mundo. No grupo brasileiro, estava o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, representando a presidente Dilma Roussef.</p>
<p>Bento XVI, durante o rito solene do Consistório, lembrou que “Aos novos Cardeais, é confiado o serviço do amor: amor a Deus, amor à sua Igreja, amor aos irmãos com dedicação absoluta e incondicional – se for necessário – até ao derramamento do sangue, como diz a fórmula para a imposição do barrete cardinalício e como indica a cor vermelha das vestes que trazem. Além disso, é-lhes pedido que sirvam a Igreja com amor e vigor, com a clareza e a sabedoria dos mestres, com a energia e a fortaleza dos pastores, com a fidelidade e a coragem dos mártires. Trata-se de ser servidores eminentes da Igreja, que encontra em Pedro o fundamento visível da unidade”.</p>
<p>Na parte da tarde, deste sábado, os novos cardeais tiveram a oportunidade de receber os cumprimentos das comitivas oficiais, dos familiares e convidados, em dois ambientes do Vaticano: a Sala Paulo VI e o Palácio Apostólico. Dom João Braz de Aviz, único brasileiro do grupo, recebeu seus convidados no hall da Sala Paulo VI. Entre as pessoas que foram saudar dom João estavam o cardeal Claudio Hummes, ex-prefeito da Congregação para o Clero, dom Alberto Taveira, arcebispo de Belém (PA) e dom Philip E. R. Dickmans, bispo da Diocese de Miracema (TO), além de leigos representantes das diocese de Ponta Grossa (PR) e das arquidioceses de Vitória (ES), Maringá (PR) e Brasília (DF).</p>
<p>Confira a íntegra da reflexão do Papa durante o Consistório:<br />
«Tu es Petrus, et super hanc petram ædificabo Ecclesiam meam».</p>
<p>Venerados Irmãos,<br />
Amados irmãos e irmãs!</p>
<p>Com estas palavras do cântico de entrada, teve início o rito solene e sugestivo do Consistório Ordinário Público para a criação dos novos Cardeais, que inclui a imposição do barrete cardinalício, a entrega do anel e a atribuição do título. Trata-se das palavras com que Jesus constituiu, eficazmente, Pedro como firme alicerce da Igreja. E o factor qualificativo deste alicerce é a fé: realmente Simão torna-se Pedro – rocha – por ter professado a sua fé em Jesus, Messias e Filho de Deus. Quando anuncia Cristo, a Igreja está ligada a Pedro, e Pedro permanece colocado na Igreja como rocha; mas, quem edifica a Igreja, é o próprio Cristo, sendo Pedro um elemento particular da construção. E deve sê-lo por meio da fidelidade à sua confissão feita junto de Cesareia de Filipe, ou seja, em virtude da afirmação: «Tu és Cristo, o Filho de Deus vivo».</p>
<p>As palavras, que Jesus dirige a Pedro, põem claramente em destaque o carácter eclesial da celebração de hoje. De facto, através da atribuição do título duma igreja desta Cidade [de Roma] ou duma diocese suburbicária, os novos Cardeais ficam, para todos os efeitos, inseridos na Igreja de Roma guiada pelo Sucessor de Pedro, para cooperar estreitamente com ele no governo da Igreja universal. Estes diletos Irmãos, que dentro de momentos começarão a fazer parte do Colégio Cardinalício, unir-se-ão, por vínculos novos e mais fortes, não só com o Pontífice Romano mas também com toda a comunidade dos fiéis espalhada pelo mundo inteiro. Com efeito, no desempenho do seu peculiar serviço de apoio ao ministério petrino, os neo-purpurados serão chamados a analisar e avaliar os casos, os problemas e os critérios pastorais que dizem respeito à missão da Igreja inteira. Nesta delicada tarefa, servir-lhes-á de exemplo e ajuda o testemunho de fé prestado pelo Príncipe dos Apóstolos, com a sua vida e morte, pois, por amor de Cristo, deu-se inteiramente até ao sacrifício extremo.</p>
<p>É com este significado que se deve entender também a imposição do barrete vermelho. Aos novos Cardeais, é confiado o serviço do amor: amor a Deus, amor à sua Igreja, amor aos irmãos com dedicação absoluta e incondicional – se for necessário – até ao derramamento do sangue, como diz a fórmula para a imposição do barrete cardinalício e como indica a cor vermelha das vestes que trazem. Além disso, é-lhes pedido que sirvam a Igreja com amor e vigor, com a clareza e a sabedoria dos mestres, com a energia e a fortaleza dos pastores, com a fidelidade e a coragem dos mártires. Trata-se de ser servidores eminentes da Igreja, que encontra em Pedro o fundamento visível da unidade.</p>
<p>No texto evangélico há pouco proclamado, Jesus apresenta-Se como servo, oferecendo-Se como modelo a imitar e a seguir. No cenário de fundo do terceiro anúncio da paixão, morte e ressurreição do Filho do Homem, sobressai, pelo seu clamoroso contraste, a cena dos dois filhos de Zebedeu, Tiago e João, que, ao lado de Jesus, ainda correm atrás de sonhos de glória. Pediram-Lhe: «Concede-nos que, na tua glória, nos sentemos um à tua direita e outro à tua esquerda» (Mc 10, 37). Contundente é a resposta de Jesus, e inesperada a sua pergunta: «Não sabeis o que pedis. Podeis beber o cálice que Eu bebo?» (Mc 10, 38). A alusão é claríssima: o cálice é o da paixão, que Jesus aceita para cumprir a vontade do Pai. O serviço a Deus e aos irmãos, a doação de si mesmo: esta é a lógica que a fé autêntica imprime e gera na nossa existência quotidiana, mas que está em contradição com o estilo mundano do poder e da glória.</p>
<p>Com o seu pedido, Tiago e João mostram que não compreendem a lógica de vida que Jesus testemunha, aquela lógica que deve – segundo o Mestre –caracterizar o discípulo no seu espírito e nas suas acções. E a lógica errada não reside só nos dois filhos de Zebedeu, mas, segundo o evangelista, contagia também «os outros dez» apóstolos, que «começaram a indignar-se contra Tiago e João» (Mc 10, 41). Indignam-se, porque não é fácil entrar na lógica do Evangelho, deixando a do poder e da glória. São João Crisóstomo afirma que ainda eram imperfeitos os apóstolos todos: tanto os dois que procuravam obter precedência sobre os outros dez, como os dez que tinham inveja dos dois (cf. Comentário a Mateus, 65, 4: PG 58, 622). E São Cirilo de Alexandria, ao comentar passagens paralelas no Evangelho de Lucas, acrescenta: «Os discípulos caíram na fraqueza humana e puseram-se a discutir uns com os outros qual deles seria o chefe, ficando superior aos outros. (…) Isto aconteceu e foi-nos narrado para nosso proveito. (…) O que sucedeu aos santos Apóstolos pode revelar-se, para nós, um estímulo à humildade» (Comentário a Lucas, 12, 5, 24: PG 72, 912). Este episódio deu ocasião a Jesus para Se dirigir a todos os discípulos e «chamá-los a Si», de certo modo para os estreitar a Si, a fim de formarem como que um corpo único e indivisível com Ele, e indicar qual é a estrada para se chegar à verdadeira glória, a de Deus: «Sabeis como aqueles que são considerados governantes das nações fazem sentir a sua autoridade sobre elas, e como os grandes exercem o seu poder. Não deve ser assim entre vós. Quem quiser ser grande entre vós, faça-se vosso servo, e quem quiser ser o primeiro entre vós, faça-se o servo de todos» (Mc 10, 42-44).</p>
<p>Domínio e serviço, egoísmo e altruísmo, posse e dom, lucro e gratuidade: estas lógicas, profundamente contrastantes, defrontam-se em todo o tempo e lugar. Não há dúvida alguma sobre a estrada escolhida por Jesus: e não Se limita a indicá-la por palavras aos discípulos de ontem e de hoje, mas vive-a na sua própria carne. Efetivamente explica: «Também o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua via em resgate por muitos» (Mc 10, 45). Estas palavras iluminam, com singular intensidade, o Consistório público de hoje. Ecoam no fundo da alma e constituem um convite e um apelo, um legado e um encorajamento especialmente para vós, amados e venerados Irmãos que estais para ser incluídos no Colégio Cardinalício.</p>
<p>Segundo a tradição bíblica, o Filho do Homem é aquele que recebe de Deus o poder e o domínio (cf. Dn 7, 13-14). Jesus interpreta a sua missão na terra, sobrepondo à figura do Filho do Homem a imagem do Servo sofredor descrita por Isaías (cf. Is 53, 1-12). Ele recebe o poder e a glória apenas enquanto «servo»; mas é servo na medida em que assume sobre Si o destino de sofrimento e de pecado da humanidade inteira. O seu serviço realiza-se na fidelidade total e na plena responsabilidade pelos homens. Por isso, a livre aceitação da sua morte violenta torna-se o preço de libertação para muitos, torna-se o princípio e o fundamento da redenção de cada homem e de todo o género humano.</p>
<p>Amados Irmãos que estais para ser inscritos no Colégio Cardinalício! Que a doação total de Si mesmo, feita por Cristo na cruz, vos sirva de norma, estímulo e força para uma fé que atua na caridade. Que a vossa missão na Igreja e no mundo se situe sempre e só «em Cristo» e corresponda à sua lógica e não à do mundo, sendo iluminada pela fé e animada pela caridade que nos vem da Cruz gloriosa do Senhor. No anel que daqui a pouco vos entregarei, aparecem representados São Pedro e São Paulo e, no centro, uma estrela que evoca Nossa Senhora.</p>
<p>Trazendo este anel, sois convidados diariamente a recordar o testemunho de Cristo que os dois Apóstolos deram até ao seu martírio aqui em Roma, tornando assim fecunda a Igreja com o seu sangue. Por sua vez a evocação da Virgem Maria constituirá para vós um convite incessante a seguir Aquela que permaneceu firme na fé e serva humilde do Senhor.</p>
<p>Ao concluir esta breve reflexão, quero dirigir a minha grata e cordial saudação a todos vós aqui presentes, particularmente às Delegações oficiais de diversos Países e aos Representantes de numerosas dioceses. No seu serviço, os novos Cardeais são chamados a permanecer fiéis a Cristo, deixando-se guiar unicamente pelo seu Evangelho. Amados irmãos e irmãs, rezai para que possa refletir-se ao vivo neles o Senhor Jesus, o nosso único Pastor e Mestre e a fonte de toda a sabedoria que indica a estrada a todos. E rezai também por mim, para que sempre possa oferecer ao Povo de Deus o testemunho da doutrina segura e reger, com suave firmeza, o timão da santa Igreja.</p>
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		<title>Arrumar as malas&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 03:01:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se pensássemos mais no Céu relativizaríamos mais o que é passageiro e nos prepararíamos com mais leveza e melhor para voltar para lá, de onde...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se pensássemos mais no Céu relativizaríamos mais o que é passageiro e nos prepararíamos com mais leveza e melhor para voltar para lá, de onde viemos. Nossa vida é tão curtinha se pensarmos na eternidade e no que nos espera do lado de lá! Mais que um lugar monótono – quando eu era criança, confesso, eu ficava pensando como seria passar todo o tempo louvando a Santíssima Trindade, e temia que fosse a coisa mais chata do mundo – pelo que o livro do Apocalipse fala, no Céu usufruiremos em plenitude da presença de Deus, e nele tudo é absoluto, principalmente o Amor, e neste Amor está toda a liberdade, a paz, a beleza, a realização. Não haverá mais dor, sofrimento, tristeza e limite de qualquer espécie! Cristo será tudo em todos, diz a Palavra de Deus! Vida em abundância! Comunhão total com Deus!</p>
<p>Quem já teve alguma experiência espiritual por conta do toque da Graça, que é o Espírito Santo, e conheceu na alma a presença de Jesus Ressuscitado, passando a se relacionar com Ele cada vez mais intimamente, pessoalmente, diariamente, pela oração, pela Palavra e acima de tudo pela Eucaristia, sabe do que eu estou falando. E estas são pequeníssimas labaredas de amor que nos tocam e nos curam, plenificam, muitas vezes nos inundam de lágrimas e paz, imagine quando não houver mais nenhum véu, nenhuma barreira e será todo o Amor e todo o Fogo? Esta imagem é tão cara a São João da Cruz&#8230; Por isso, quando alguém que a gente ama morre, principalmente se vivia a vida em Deus se preparando para o </p>
<p>Céu, em amor, choramos de saudade, mas deveríamos de fato ficar feliz por ela.<br />
Acho que teremos surpresas quando chegarmos no Céu e penso muito nisso. Não por causa das conversões espetaculares que acontecem e que só Jesus mesmo conhece – não foi o caso de quem morria ao seu lado também crucificado? – mas por causa dos santos ordinários de cada dia e que andam ao nosso lado. Claro que vai ser fantástico encontrar uma pessoa que foi um “horror” neste mundo, alcançada pelo amor inequívoco e mais brilhante do que o sol que Deus nos dá em Jesus, no último instante de decisão de sua vida e vontade. Este é um mistério que ninguém sabe como se dá nem quando se dá, pois só morremos uma vez, mas cremos, confiamos e escutamos diariamente que a salvação foi dada a todos, pois o amor de Deus cobriu toda a humanidade: “&#8230; este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança que é derramado por vós e por todos os homens para o perdão dos pecados&#8230; fazei isso em memória de Mim”. Haverá muitos bons ladrões e boas ladras que nos surpreenderão na eternidade, graças a Deus.</p>
<p>Mas haverá também os santos escondidos, simples, comuns como feijão com arroz e que vivem ao nosso lado na célula, na casa comunitária, na paróquia, na vizinhança, até nas nossas famílias. Grande neles é Deus mesmo que tomou posse da alma, em amor, mas que permaneceu escondido no cotidiano e nos limites ordinários da humanidade de cada um. Deve ter sido assim a surpresa das irmãs do Carmelo de Lisieux que morreram antes dela, que a conheceram e que, ainda no purgatório, felicíssimas por se prepararem para o banquete do grande Rei, como acontece na parábola do Filho Pródigo, se dão conta que Teresinha tinha ido direto para Céu, santíssima, transfigurada, porque totalmente tomada e unida a Jesus, o Amado de sua vida. Pense na cena! Como pode, uma pessoa tão comum, tão simples, que fazia tudo igual a todo mundo ir para direto para o Céu? Mas é exatamente esta adesão e este amor à vontade de Deus, sem resistência, contínua, diária, amando, perdoando, não julgando, se arrependendo, deixando a alma ser grande e livre em Deus, continuamente fixada nas coisas Dele, rezando, rezando, pacientemente dando passos de formiga – quem é da minha idade deve se lembrar da brincadeira de infância que chamava ‘Mamãe posso ir?’ – mas passos determinados. Afinal de contas, Teresinha era filha de Teresa e ambas tinham a determinada determinação de ser o que Deus queria que elas fossem: santas. Essa é a mesma determinação que Deus dá aos que são Shalom!</p>
<p>Este pensamento de Céu e da santidade dos meus irmãos e irmãs de casa, missionários como eu, também os demais que estão no Brasil e no mundo, espalhados, me faz admirar ainda mais a obra do Senhor através do Carisma Shalom em cada um, e me faz querer ir para o Céu junto com eles, em unidade, não por presunção, mas por vocação, pois este é o fim último de nossas vidas e consagração: a vida eterna, o Céu.<br />
Tomara que essa moda pegue, querer ir para o Céu e, enquanto vivemos por aqui, ajudemos uns aos outros a arrumar as malas.</p>
<p>- &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211;<br />
por Elena Arreguy Sala, Missionária da Comunidade Shalom<br />
Comunidade Shalom</p>
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		<title>Com mais de 130 de jovens, começa Carnaval de Cristo em Itaúna</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 01:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começou o Carnaval do Senhor em Itaúna.
Esse evento foi uma iniciativa do Pe. Ulisses Cesar, junto com sua Paróquia Coração de Jesus, em Itaúna....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começou o Carnaval do Senhor em Itaúna.</p>
<p>Esse evento foi uma iniciativa do Pe. Ulisses Cesar, junto com sua Paróquia Coração de Jesus, em Itaúna.</p>
<p>Com mais de 130 de jovens, o primeiro dia contou com momentos de oração, adoração ao Santíssimo Sacramento com a condução do Pe. Ulisses, Comunidades &#8220;Missão Maria de Nazaré&#8221; e &#8220;Sacramento de Amor&#8221;.</p>
<p>A Santa Missa foi o momento máximo do dia, onde todos puderam experimentar o Amor de Deus através da Palavra de Deus e da Santíssima Eucaristia. Presidida pelo Pe. Ulisses, refletiu-se o evangelho da liturgia, que lembrava o paralítico que foi descido por seus amigos pelo teto, para chegar até Jesus e alcançar a cura. Em sua homilia Pe. Ulisses convidou a juventude a ser ousada e criativa para alcançar a graça de Deus, e também na evangelização.</p>
<p>Para fechar o dia com muita alegria, unção e muita folia, a Banda Nen Bahia ficou por conta do show da noite. Com músicas muito animadas, dança e oração a banda fechou a noite.</p>
<p>O encontro ainda acontece no Domingo e termina na segunda.  E a cobertura com fotos e matérias você confere aqui!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a title="Cobertura de Fotos do Carnaval (Sábado)" href="http://www.flickr.com/photos/76964873@N06/?saved=1" target="_blank">Confira as fotos do dia aqui!</a></p>
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